Desculpe-me, se por vezes penso em ti. Não é minha culpa. Sei que abuso, materializando-o em minha frente repetidas vezes, sem poder decidir os por quês ou comos. Talvez seja saudade. Não, não é racional, de fato; mas sinto não ter plenos controles sobre minhas ações. Com muita ternura penso em palavras e gestos, em como você me pareceu no começo e como é, ainda hoje. Ao longo dessa trajetória, mudamos, mas continuamos os mesmos. E eu queria poder dizer apenas que o amo, muito, sem que isso me inundasse com medos de pressupostos quaisquer, ou de finais iminentes e jamais esperados. Queria poder sentir minhas mãos protegendo algo tão precioso; mas me é recorrente assistir a tudo se esvair, aos poucos. E então, tudo remete a você. Novamente, me desculpe.
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