Ah! Medo!
Esse demônio de carismas que paira sobre nossas cabeças
E destila, a pé de ouvidos,
As doces palavras que nos matam aos poucos.
Em seus passinhos de valsa, nos guia ao precipício invisível;
Insultando-nos, ri das totalidades vazias,
Que nas noites quentes são nosso único escape.
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