Tudo começou com um sim. Um sorriso, os abraços, beijos e lágrimas. Um sentimento estranho, de alívio e tristeza, tomando conta de todos; forma estranha de se começar o dia. E que estranho. Mas durou pouco, pois pouco antes dos ponteiros completarem a volta dos meios dias, saímos todos, em direção tão conhecida. Não havia mais uma distinção, uma diferença. Era uma classe, o Terceiro; e fora aqueles que, por devida compostura de “excluídos”, eramos todos águas e cores.
O tão esperado momento durou pouco, mas foi suficiente para que todos tivessem seus anos – e almas – lavados.
E então, foi uma correria só, para os mais velhos, em fortes abraços; e uns para os outros, na rua tão conhecida. Comemoramos aos gritos, aos berros, aos sons de bombinhas e fogos. E, se não bastasse a alegria de estarmos ensopados, ficamos todos pintados. E uma explosão de cores na frente do TUCA, com uma guerra de tinta nunca antes vista. Calouros? Não, apenas colegiais, comemorando o fim de um ano estranho, difícil, marcados pelas rivalidades e discórdias. Mas, ao mesmo tempo, colegiais que disseram sim.
Pois tudo, no mundo, começou com um sim.
esse foi o último dia do colegial e eu vou leva-lo para sempre comigo.
ResponderExcluirnão há mais diferença entre excluidos e os demais, é um grupo só, O Terceiro!
eu te amo e quero você sempre comigo.
Natália